ZEN orienta motoristas sobre a troca da polia do alternador

O mais indicado é sempre trocar o produto original por outro com as mesmas características funcionais

Texto e fotos: ZEN

Uma das dúvidas mais frequentes recebidas pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da ZEN refere-se à troca da polia. Muitos motoristas questionam se é possível substituir a polia de roda livre por uma rígida. De acordo com os técnicos da empresa, o mais indicado é sempre trocar o produto original por outro com as mesmas características funcionais, isto é, que sejam do mesmo sistema. Caso contrário, poderão ocorrer danos ao tensor e às polias desviadoras devido ao aumento de vibração em todo o sistema de acessórios e à elevação do nível de ruídos na correia. Além disso, aumenta-se o risco de uma eventual quebra do eixo do alternador e, o que é pior, a redução da vida útil da peça.


Responsável por passar o giro do motor do automóvel para o alternador por meio de uma correia, a polia transforma a energia mecânica em elétrica para carregar a bateria. A polia de roda livre representa a segunda geração da peça – no total, são três e cada uma representa uma evolução tecnológica ao longo do tempo. A primeira leva o nome de polia rígida e tem função única e exclusiva de transmitir, também por meio de uma correia, o movimento do motor ao alternador.
Já  a polia de roda-livre contém diversos componentes internos. Sua função adicional permite que o rotor da peça gire livremente nos casos de desacelerações bruscas ou paradas do propulsor. Com isso, evita-se que a correia “escorregue” e apresente o famoso “grilado”, aquele som similar ao de um grilo – daí a origem do termo.
Existe ainda a polia de roda livre com amortecimento, a Z-VIB, que, além de executar as mesmas funções das anteriores, isola o rotor do alternador, reduzindo o efeito das vibrações torcionais produzidas pelo motor de combustão no restante dos acessórios.
O motorista percebe facilmente quando a polia apresenta falhas. É que ela começa, como dizem os mecânicos, a patinar, passando a emitir um barulho anormal. Quando isso acontece, é sinal de que a peça perdeu a capacidade de transmitir o torque, impedindo o alternador de gerar energia para recarregar a bateria. Existem casos em que a peça trava, falha que exige uma investigação mais detalhada para ser identificada. Os dois casos exigem a substituição do componente em uma oficina elétrica de confiança. O procedimento leva cerca de duas horas.

Atendimento ao cliente
A ZEN conta com um Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), há mais de 20 anos, para atender dúvidas de reparadores e consumidores. A central atende, em média, 1.500 ligações por mês, além de atendimentos via e-mail e WhatsApp.
O serviço está disponível pelo número 0800 47 1919 de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. A fabricante de autopeças catarinense  também oferece atendimento pelo WhatsApp (47) 9 9286-5795.
Eduardo Abbas. Tecnologia do Blogger.