Rodada 14 de 21 - Monza, Itália, de 2 a 4 de setembro de 2016
Texto e fotos: Pirelli
Finalmente chegou: a etapa doméstica da Pirelli é realizada no circuito mais rápido de todos, Monza, o “templo da velocidade”. Atualmente, a velocidade nas curvas não é tão excessiva, então tudo se resume ao que é alcançado nas retas, onde os carros podem chegar perto dos 360 km/h. Isso só acontece na Itália, graças a configuração de baixo-arrasto específica para esta corrida. A Pirelli escolheu os compostos médio, macio e, pela primeira vez neste circuito, os supermacios. Essa seleção é usada pela quarta vez consecutiva na temporada. Em termos de atmosfera, o Parco Reale di Monza continua único: um local histórico usado continuamente na Fórmula 1 desde 1950 (com apenas uma exceção), que inspira não apenas os fãs, mas, também, os pilotos.
O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DO PNEU
- Enquanto as velocidades são altas nas retas, nas curvas acabam sendo consideravelmente baixas, minimizando o consumo dos pneus.
- Isso significa que algumas equipes podem tentar uma estratégia de apenas uma parada.
- Grandes forças longitudinais atuam nos pneus, especialmente nas freadas e saídas das duas chicanes.
- Os pilotos tendem a atacar de forma dura as famosas zebras de Monza, o que testa ainda mais a estrutura dos pneus.
- A Parabolica e a Curva Grande são, particularmente, desafiadoras, já que são duas curvas longas, que colocam muita energia nos pneus.
- A baixa pressão aerodinâmica nos carros significa que as freadas e acelerações são mais complicadas: os pilotos devem evitar patinar.
OS TRÊS COMPOSTOS INDICADOS
- Branco médio: um conjunto mandatório, que deverá ser importante para a corrida caso uma estratégia de apenas uma parada nos boxes seja adotada.
- Amarelo macio: outro jogo mandatório, pode ser usado em estratégias de duas paradas.
- Vermelho supermacio: obrigatório no classificatório, deve ser o composto inicial da corrida para a maior parte dos dez primeiros colocados no grid de largada.
PAUL HEMBERY, DIRETOR DE MOTORSPORT DA PIRELLI: “Com Monza vindo logo na sequência de Spa, são dois circuitos épicos em um espaço de apenas uma semana. Para qualquer organização na Fórmula 1, a sua corrida doméstica é sempre a mais especial do ano. Será um fim de semana de muito trabalho para todos nós. Com o pneu supermacio vindo para Monza pela primeira vez, poderemos ver novos recordes de velocidade máxima, especialmente no treino classificatório. No ano passado, a maior parte dos competidores optaram por uma estratégia de um pit stop, mas a chegada do supermacio pode fazer com que opções de várias paradas fiquem mais atraentes desta vez”.


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